sábado, 28 de dezembro de 2013
Sabe quando você se sente cheinha de criatividade?
É, parece até que você vai explodir.
Você sente a necessidade de gastá-la em algum lugar.
Estou assim nesse momento, mas o que eu tenho de criatividade no momento, eu tenho de preguiça.
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Sabe quando você pensa que acabou?
Pode ter dado certo, ou não.
Mas sempre acaba.
Isso é normal, eu acho.
O problema é quando isso se repete.
Várias, várias e várias vezes.
É sempre o mesmo motivo.
São sempre as mesmas palavras.
Se eles não se cansam?
Eu não sei,
só sei que eu já estou cansada.
Cansei dos mesmos problemas,
cansei das mesmas lágrimas.
Mas, infelizmente, elas não cansaram de mim.
É sempre do mesmo jeito.
Tudo desmorona,
depois tudo se reconstrói.
Mas, ao contrário do que dizem, não fica por isso.
Desmorona de novo,
e tudo se recomeça.
Mas eu cansei disso.
Cansei de ser enganada pela felicidade.
-Atrapalhada









sábado, 28 de setembro de 2013

Família.

Eu lembro de um tempo, em que sorrisos eram o que não faltavam.
Claro, nada era perfeito, mas seus olhos brilhavam de esperança.
Esperança de que um futuro ótimo estaria para chegar.
Por mais que ele demorasse, estávamos sempre ali, pois o passado existia para nos juntar.
Um passado longo e misterioso.
Um passado no qual eu tinha curiosidade de descobrir.
O passado de uma família especial.
Uma família que era unica, uma família unida, que não se deixava abater.
Que estava sempre ali, para o que desse e viesse.
Que fazia questão de estar sempre reunida, que respeitava os defeitos dos outros membros.
Mas o tempo passou.
E, mesmo ainda não entendendo como, as coisas mudaram.
Essa família não existe mais.
No lugar dela existe a falsidade, e egoísmo e a infelicidade.

Uns resolveram tomar seu caminho, abandonando o que realmente lhe faziam bem.
Outros ficaram por ali mesmo, parados no tempo, no seu pior tempo.
Esperança? Não se sabe mais o que é.
Felicidade? Está longe de ser algo presente.
O porquê disso? Sinceramente, não sei.
Não sei como algo único pode se desfazer desse jeito.
Mas e se não era único?
E se não era o que eu achava?
Não sei mais em que acreditar.
Só sei de uma coisa...
Eu não tenho mais família.
O que eu tenho são pessoas, que se deixaram levar pelo sangue humano que lhes corria nas veias.
O mesmo sangue que os leva a seguir um princípio,
Cada um por sí.
-Alguém.
sábado, 14 de setembro de 2013
"Sabe, desde pequena  minha mãe perguntava se eu iria me casar, eu respondia q nao.
Ela me achava maluca, e dizia que eu mudaria de ideia qndo chegasse a hora.
A questão é, eu sei que eu acredito em uma coisa que n existe.
Sabe, eu acredito que as pessoas se casem por amor. Mas não é qualquer amor, é um amor forte. Um amor capaz de atravessar qualquer obstáculo. Um amor que não julgue pela aparencia de fora, e sim pelo o que a pessoa é por dentro.
Um amor que, não importa se a outra pessoa estiver doente, em má forma, sem rumo. Ele nunca chegaria ao fim.
Eu, sempre carreguei essa duvida. " mas sera q esse amor existe mesmo?" A questao é, se era uma duvida, era pq existia uma exceção. È pq existia um casal, que para mim, sustentava esse amor com que eu tanto sonhava.
Infelizmente, eu me enganei.
O amor que esse casal tinha, não era o amor que eu acreditava.
O amor deles acabou.
O amor deles era mto diferente do que eu pensava.
Pq o amor deles acabou do pior jeito.
O amor deles se baseava na aparência.
Era um amor aparentemente bom, mas no fundo, não passava de uma doença.
Pensando bem, não era amor.
Se é que ele realmente existe."

Eu escrevi esse texto à um tempo atrás. 
Enquanto mexia em algumas coisas minhas, eu o encontrei.
Apesar de ir contra a minha vontade, resolvi postá-lo.
Com base nele, parei pra pensar em alguns últimos acontecimentos. O que me fez chegar a uma conclusão:
Nada do que eu acreditava existe.
Digamos que, eu sempre fui considerada "louca" por pessoas que se dizem "normais".
Por que?
Por que eu sempre acreditei no impossível.
As pessoas e as coisas, não eram o que aparentavam ser.
Sempre existia um "fundo"
Ou até, uma exceção.
Eu sempre fui muito sonhadora.
Eu sempre achava uma saída.
Eu acreditava nas exceções.
Eu só não imaginava, que tudo fazia parte da minha inocente imaginação.
Meu pai sempre me disse, que os melhores sonhos, são os que ninguém acredita que podem se realizar.
A questão é, vendo todas as pequenas coisas em que eu acreditava desmoronarem.
Será que os meus sonhos mais loucos, podem realmente se concretizar?
-Atrapalhada




sábado, 24 de agosto de 2013
E ai gente!
Sabem, eu custei a fazer uma nova post.
Eu não tenho estado muito... Sei lá.
É como se, quando eu começasse a escrever, não saísse nada.
Como se... Não tivesse nada pra sair.
Como se tudo fosse um grande vazio.
Aliás, é assim que eu tenho me sentido, vazia.
Eu sempre fui... Dramática.
Se eu estava em uma situação ruim, o drama deixava pior.
Mas no fundo, eu tinha controle disso.
Eu tinha pra onde fugir.
Eu sempre via uma saída, lá na frente.
Eu não sei como explicar... Mas é como sempre existisse uma chance.
E era isso que me fazia viver.
Pelo menos, nos últimos tempos...
Mas, agora que eles passaram, eu não vejo nem sinto mais nada.
Eu não vejo chances...
Aliás, eu não vejo absolutamente nada.
Eu só vejo uma lampada, que algum dia esteve acesa, mas agora se encontra quebrada.
Um acor-íris, que em um dia foi colorido, mas hoje se encontra completamente cinza.
Eu me sinto uma pedra.
Uma pedra completamente sozinha.
Uma pedra, em um campo vazio, completamente solitária.
Eu não me sinto eu.
Mas, o que eu sou?
Ou melhor,
O que eu era?

-Atrapalhada



sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Oi coleguinhas!
Tudo bem!?

segunda-feira, 15 de julho de 2013
Ei você, quem é você?
Pois é, sempre tem um momento na vida que você chega e fala:
O que que eu vim fazer nessa droga de mundo?
Aí você começa a se imaginar adulta.
Você teria uma família?
Teria filhos?
Em que você trabalharia?
Sabe, eu sou uma pessoa que AMA qualquer coisas relacionada à artes. Música, teatro, cinema...
A minha paixão mesmo é por cinema.
Eu sonho em algum dia ser uma grande diretora.
Sonho com o dia que ganharei um Oscar.
Mas a questão é... Será que isso vai realmente acontecer?
Digamos que para isso acontecer, talvez, só talvez, eu teria de nascer de novo. Em uma nova família, de preferência.
Não que eu não ame a minha, é claro que eu amo.
Mas... Ela não tem nada haver comigo.
Ok, primeiro eu falo da sua razão de viver, depois de sonhos, depois de família... Onde eu quero chegar?
Vou explicar à vocês.
Desde pequena meu pai sonhava que eu entrasse em uma escola que me encaminharia para uma ótima faculdade pública.
Para entrar nesta escola, é preciso fazer uma prova aos 10 anos.
Anos se passaram, passei um ano inteirinho estudando sábado, indo ao cursinho, me esforçando (nem tanto).
E... Pumba! Passei.
No início foi só festa, todos me parabenizaram, meus pais ficaram orgulhosos.
Mas desde o começo, eu sabia que não iria dar certo...
Minha mãe dizia que era neura da minha cabeça, mas foi só chegar o primeiro dia de aula que eu pude confirmar que ela estava errada.
De cara eu não me dei bem com a escola.
Existem vários motivos para isso... Listarei alguns deles aqui:
Os alunos são muito crescidos. Todos eles, aos 13 anos, se sentem aos 18. O que não combina comigo, já que eu sou o tipo de pessoa que vive viajando na imaginação... Como a verdadeira criança que eu sou ( eles também, pelos menos ainda).
Eu perdi todos os meus únicos amigos. E digamos que eu não tenho muita facilidade de me misturar... Não mesmo.
E o motivo principal:
Todos que estudam lá, entraram com a mesma ideia que meu pai tinha. Passar em uma faculdade pública. E, você sabe, estudar aquelas coisas que todo mundo quer. Medicina, engenharia, jornalismo... Ninguém fica sonhando com Hollywood ou com premiações... Exceto eu. Ou seja, é como se aquele lugar fosse uma prisão para os meus sonhos.
Que nem aquele episódio de Phineas e Ferb, que eles são mandados à um "quartel" contra criatividade.
Aí você perguta:
"Pô minha filha, se tu odeia tanto essa escola, por que ainda está lá?"
Digamos que... Eu tenho motivos, e não envolvem somente eu.
Mas eu tenho fé de que algum dia me libertarei dessa "prisão" e seguirei o meu caminho. Afinal... Eu acredito em destino.
Mas e você? Qual seu sonho?
Se você se encontrar na mesma situação que eu, a dica é:
"Insista, Persista e Não desista"



-Atrapalhada 





sábado, 6 de julho de 2013

Fechada

Eu sempre fui fechada, desde pequena.
Eu nunca falava o que acontecia na escola para minha mãe.
E olha que não era só brincadeira de boneca. Os adultos adoravam implicar comigo.
A coisa chegou ao ponto de uma funcionária ir até a minha casa  escondida, conversar com a minha mãe.
Mas isso não vem ao caso.
A questão é, todos sempre me aconselharam a me abrir, eles diziam que não tinha motivo eu me esconder, faria muito bem à mim se eu me abrisse, pelo menos um pouco.
Resolvi seguir o conselho.
Talvez eu estivesse certa em não querer mostrar quem sou, porque não deu certo.
As únicas coisas que ganhei com isso foram, desentendimentos e (mais) rejeição.
Então resolvi criar o blog para me expressar, em anônimo claro, não queria mais arrumar confusão.
Só que com o tempo fui mostrando à algumas pessoas bem próximas.
E adivinha o que aconteceu?
Uma milha de gente preocupada comigo querendo me enfiar em uma terapia, eles temem que eu esteja em uma profunda depressão, mesmo não demonstrando isso com palavras.
Reconheço que talvez eu precise de ajuda,
mas não era isso que eu queria...
Eu esperava que as pessoas entendessem e talvez até encontrassem coisas em comum.
Eu esperava que me aceitassem.
Bom, em parte deu certo.
Pessoas que implicavam com meu jeito de ser, que não entendiam, passaram a enxergar melhor as coisas.
Mas nada é perfeito.
Acho que se eu pudesse pedir alguma coisa, qualquer coisa, eu pediria:
Que as pessoas me compreendessem. Que entendessem o meu jeito.
É óbvio que nunca irei conseguir isso, apesar da esperança ser a ultima que morre.
Mas acredito que eu encontre, pela vida, pessoas...
E que essas pessoas irão realizar o impossível.
Irão sim...



-Atrapalhada







domingo, 16 de junho de 2013

Seja você

Descabelada, calças largas, casacão, come mais que a Magali.
Esse cara sou eu!
E sim, eu sou uma garota.
Muita gente da minha escola duvida disso, pela aparência e também pela personalidade nada comum.
Eu odeio gente que acha que toda garota tem que A-M-A-R maquiagem, passar mil produtos no cabelo, andar sempre perfumadinha de shortinho e blusinha coladinha.
E eu, atrapalhada de Souza, odeio tudo isso.
1º- Não que eu odeie maquiagem, mas eu também não vou morrer se ficar sem, afinal, estou viva até hoje xD. Mas, pra quem gosta, da hora.
2º- Eu não quero nem preciso de produtos no meu cabelo, ele já é bom de natureza xuxu u.u-n. Fora que eu não curto nem um pouco toda aquela oleosidade e peso que da pro cabelo, arg!
3º- Perfumes muito fortes me dão alergia, e eu aposto que você não vai querer viver do lado de uma pessoa que vive espirrando e infectando o mundo.
4º- ODEIO short e blusinha, sou mais calças ( de preferência não tão apertadas por que incomoda, e eu gosto de sentar sem ter que ficar puxando a calça toda hora) e blusas largas que te deixam comer qualquer coisa sem ter que ouvir os outros te chamando de gorda.
Qualé!
Já sofri muito preconceito por odiar todas essas coisas, por exemplo em um dia desses na aula de Ed. Física:
Na minha escola é comum as meninas usarem aqueles shorts de ginástica para fazer educação físíca, até porque, faz parte do uniforme. Já eu, costumo usar calça comprida do mesmo material.
E então, em um dia desses, lá estava eu com minha calça de ginástica e meu casacão que me faz parecer um panda obeso, sentada no banco esperando a minha hora de jogar, quando ouço uma conversa entre amigos.
"Aquela garota de cabelo preto é sapatão?"
"Sei lá..."
AQUILO ME DEIXOU ENFURECIDA.
Tipo, só por que eu não gosto de usar short ( até porque estava frio no dia) e blusinhas coladinhas mostrando a barriguinha eu não sou uma menina?
Essa não foi a única vez, já tiveram vááárias outras que vieram de zoação pra cima de mim.
Ninguém merece.
Bem, mas e você?
Bjos colequinhas!
- Atrapalhada.
sábado, 15 de junho de 2013

What is this?

Arou coleguinhas!
Eu estive re-lendo umas postagens desse blog e percebi que... EU SÓ SEI RECLAMAR.
Ok, não podemos esquecer que esse blog foi criado para isso, para as pessoas do mundo saberem até quanto uma vida pode ser desinteressante.
Então... Vocês que aguentem =D
image
Brincadeira.
O blog, na verdade, foi criado para eu encontrar pessoas que fossem parecidas comigo, entende?
Queria encontrar gente que passasse pela mesma coisa que eu e contasse do seu ponto de vista o que acha disso tudo.
Então, hoje, irei contar mais um capitulo da minha linda droga de vida =)
Bem, eu nunca fui muto fã da minha "nova" escola ( nova entre aspas porque entrei la em 2011). Vocês sabem, alunos que não prestam,uma amiga que não me aguenta, essas coisas...
Porém, esse ano tinha começado um tanto diferente. Eu estava indo bem nas notas, não tinha deixado as pessoas na mão com trabalhos escolares e tal... Mas, basta um errinho, um mízero de um ERRO, que tudo desaba.
Digamos que eu disse a coisa errada na hora errada para a pessoa errada. E aí, a minha linda amiguinha explodiu.
" SE TIVER CONSEQUÊNCIAS DISSO VOCÊ NUNCA MAIS FALA COMIGO, VOCÊ AGE SEM PENSAR, VOCÊ É NÃO SEI O QUE NÃO SEI QUE LÁ"
Cara, as pessoas erram. Por que quando eu erro o mundo decide acabar comigo?
Fulano faz uma besteira
"Poxa fulano, que saco! Não devia ter feito isso!" Aí 15 minutos depois já está tudo bem de novo.
Eu faço uma besteira:
"POR QUE VOCÊ FEZ ISSO? SERÁ QUE VOCÊ NÃO FAZ NADA DIREITO? GAROTA IMPRESTÁVEL! NÃO FALA MAIS COMIGO, NÃO QUERO MAIS SABER DE VOCÊ!" E aí passam a me odiar por pelo menos 5 anos.
Talvez, TALVEZ eu esteja exagerando.
Fora que as pessoas tem motivos para não ter paciência comigo...
Mas, como eu disse, todos erram! E eu tento melhorar, tento mesmo... Sabe, todo dia eu acordo com a ideia de mudar C-O-M-P-L-E-T-A-M-E-N-T-E para alguém algum dia ter pelo menos 0,1% de orgulho de mim. Não sei se isso é certo, mudar só para as pessoas gostarem de você... Eu não faria isso, tanto que estou aqui, reclamando da minha dificuldade de ser normal. (~le papinho que já tá irrtando)
Bjo coleguinhas!
- Atrapalhada.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Doce vida. - Manual da Timidez.

    Digamos que você tem uma amiga. A amizade de vocês é daquele tipo i-n-s-e-p-a-r-á-v-e-l. Onde uma vai, a outra vai, o que uma faz, a outra faz também. Vocês são as garotas mais excluídas do colégio, pois não conseguiram outras amizades além dessa. Até aí tudo bem, vocês são excluídas e estranhas ao olhar da sociedade, mas pelo menos uma tem a outra.
    Só que, em um belo dia, seus lindos e amados professores resolvem passar um trabalho em grupo. Pronto, a partir daí é melhor rezar, porque a coisa vai ficar braba...
ta, vocês arranjam um grupo depois de muitas dificuldades, pra sorte das duas, é um ótimo grupo! A maioria tira notas ótimas e é claro que tirariam nesse trabalho também. Marcam o dia, hora e lugar. Resolvem fazer na casa da sua tal melhor amiga. Bem melhor ? Pelo menos não é um lugar desconhecido.
O dia chega, e justo hoje você resolve dar uma de atrasada! ( Pra variar). Depois de três horas de atraso, você finalmente chega.
Acontece que, essas três horas valeram por três anos. Sua amiga resolve conhecer as pessoas do grupo, e daí nasce uma nova amizade. Ou, como eu gosto de chamar, " A coisa que piorou a sua vida".
Você havia combinado de encontrá-las no Shopping. Ao chegar, sua amiga te come com o "Olhar da Morte" dela e resolve simplesmente não ser mais sua amiga.
Talvez eu esteja exagerando, ou não.
Depois desse dia a vida de vocês muda COMPLETAMENTE. Vocês começam a ter companhia no recreio, começam  saber de fofocas, começam a se enturmar mais e mais. Ou melhor, ela.
Porque você simplesmente vira a sombra da garota. Pra onde a fulana vai, você vai, o que ela faz, você faz. Como sempre! Mas a diferença é, agora fulana é alguém, no sentido de não ser mais a "garota esquisita que não tem amigos. E seguir todos os passos e ações dela não é mais normal, te faz parecer dependente e nada original.( Ui até rimou-n).
Vários meses se passam e sua amiga está cada vez mais distante de você e mais próxima do sucesso. Ela sabe de tudo, todos gostam dela, todos querem falar com ela. Já você... É esquecida. Ninguém mais vem falar com você, as pessoas vem falar com ela. Ninguém se preocupa com a sua opinião, quando alguém vem falar com vocês, as pessoas olham somente para ela, como se você não estivesse ali. O pior é que isso acontece até quando vamos falar com os professores.
Começam a perguntar somente dela, até porque, já imaginam que você estará  lá também, porque é isso que as sombras fazem.
Aí, chega um momento em que te percebem. Você deveria ficar feliz, claro! As pessoas finalmente notaram sua presença ali =D Mas espera.... Aquela não é a chata da "atrapallhada"?
Pois é minha querida, você passou de sombra para o "capacho da princesa", " a garota chata que a princesa tem que aturar", "a menina estranha que não fala com ninguém, a única menina estranha que não fala com ninguém".

Continua...
sábado, 25 de maio de 2013
Barro e tijolos
é só o que vejo
Saída não há
Somente buracos nas paredes frias e sujas
que me permitem ver a felicidade
Como chegar lá?
Me perdi no meio do caminho
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Dois lados.
Quem está certo?
Em quem posso confiar?
Será que não devo confiar em ninguém?
Será que devo confiar em min?
Aliás, quem sou?
De um lado, aquela pessoa que esteve com você desde o início de sua vida.
Do outro, o seu exemplo de vida. Aquela pessoa que você admira.

Quem sou?

Helen Luppo
Sou só eu, ou o mundo parece de cabeça para baixo?
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