sábado, 28 de setembro de 2013

Família.

Eu lembro de um tempo, em que sorrisos eram o que não faltavam.
Claro, nada era perfeito, mas seus olhos brilhavam de esperança.
Esperança de que um futuro ótimo estaria para chegar.
Por mais que ele demorasse, estávamos sempre ali, pois o passado existia para nos juntar.
Um passado longo e misterioso.
Um passado no qual eu tinha curiosidade de descobrir.
O passado de uma família especial.
Uma família que era unica, uma família unida, que não se deixava abater.
Que estava sempre ali, para o que desse e viesse.
Que fazia questão de estar sempre reunida, que respeitava os defeitos dos outros membros.
Mas o tempo passou.
E, mesmo ainda não entendendo como, as coisas mudaram.
Essa família não existe mais.
No lugar dela existe a falsidade, e egoísmo e a infelicidade.

Uns resolveram tomar seu caminho, abandonando o que realmente lhe faziam bem.
Outros ficaram por ali mesmo, parados no tempo, no seu pior tempo.
Esperança? Não se sabe mais o que é.
Felicidade? Está longe de ser algo presente.
O porquê disso? Sinceramente, não sei.
Não sei como algo único pode se desfazer desse jeito.
Mas e se não era único?
E se não era o que eu achava?
Não sei mais em que acreditar.
Só sei de uma coisa...
Eu não tenho mais família.
O que eu tenho são pessoas, que se deixaram levar pelo sangue humano que lhes corria nas veias.
O mesmo sangue que os leva a seguir um princípio,
Cada um por sí.
-Alguém.
sábado, 14 de setembro de 2013
"Sabe, desde pequena  minha mãe perguntava se eu iria me casar, eu respondia q nao.
Ela me achava maluca, e dizia que eu mudaria de ideia qndo chegasse a hora.
A questão é, eu sei que eu acredito em uma coisa que n existe.
Sabe, eu acredito que as pessoas se casem por amor. Mas não é qualquer amor, é um amor forte. Um amor capaz de atravessar qualquer obstáculo. Um amor que não julgue pela aparencia de fora, e sim pelo o que a pessoa é por dentro.
Um amor que, não importa se a outra pessoa estiver doente, em má forma, sem rumo. Ele nunca chegaria ao fim.
Eu, sempre carreguei essa duvida. " mas sera q esse amor existe mesmo?" A questao é, se era uma duvida, era pq existia uma exceção. È pq existia um casal, que para mim, sustentava esse amor com que eu tanto sonhava.
Infelizmente, eu me enganei.
O amor que esse casal tinha, não era o amor que eu acreditava.
O amor deles acabou.
O amor deles era mto diferente do que eu pensava.
Pq o amor deles acabou do pior jeito.
O amor deles se baseava na aparência.
Era um amor aparentemente bom, mas no fundo, não passava de uma doença.
Pensando bem, não era amor.
Se é que ele realmente existe."

Eu escrevi esse texto à um tempo atrás. 
Enquanto mexia em algumas coisas minhas, eu o encontrei.
Apesar de ir contra a minha vontade, resolvi postá-lo.
Com base nele, parei pra pensar em alguns últimos acontecimentos. O que me fez chegar a uma conclusão:
Nada do que eu acreditava existe.
Digamos que, eu sempre fui considerada "louca" por pessoas que se dizem "normais".
Por que?
Por que eu sempre acreditei no impossível.
As pessoas e as coisas, não eram o que aparentavam ser.
Sempre existia um "fundo"
Ou até, uma exceção.
Eu sempre fui muito sonhadora.
Eu sempre achava uma saída.
Eu acreditava nas exceções.
Eu só não imaginava, que tudo fazia parte da minha inocente imaginação.
Meu pai sempre me disse, que os melhores sonhos, são os que ninguém acredita que podem se realizar.
A questão é, vendo todas as pequenas coisas em que eu acreditava desmoronarem.
Será que os meus sonhos mais loucos, podem realmente se concretizar?
-Atrapalhada




Quem sou?

Helen Luppo
Sou só eu, ou o mundo parece de cabeça para baixo?
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